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Série “As 10 Caras do Rock Baiano” com o baterista Dimmy (Banda Vendo 147)

Os bateristas dominaram o Portal Soterorockpolitano! A nossa série “As 10 Caras do Rock Baiano” chega a sua sétima entrevista com mais um grande baterista do nosso cenário: Dimmy “O Demolidor” Drummer. Neste papo, Dimmy fala sobre bandas instrumentais, sobre como foi gravar o som do clone drum no estúdio e sobre a sua relação com as bandas que faz parte (Vendo 147, Bestiário e Stereowatts), além de expor a sua opinião sobre o cenário local como músico e também como produtor e tour manager. Então ajeite-se na cadeira, aproveite bem essa entrevista interessantíssima e curta a nossa página no Facebook. Soterorockpolitano - Você é um músico que consegue aliar técnica e espontaneidade ao seu estilo, quais as suas influências e o que te fez escolher a bateria como seu instrumento? Dimmy Drummer – E ntão, acho que vem de um mix de influências. Comecei a vida de músico como gaitista e vocalista de blues, depois de algum tempo que fui para os tambores, porém, sempre estive nos bastido...

Cheira Como o Espírito da Adolescência – Por Leo Cima

A noite do último dia treze de julho foi tão rock que, no caminho de volta para casa, eu, Sérgio, Ricardo, Gil e Bárbara não imaginávamos que o Marcelo Lomba havia defendido dois pênaltis na partida do Bahia contra a Ponte Preta. Além disso, nos indagamos e percebemos que, até aquele momento, ainda não havíamos celebrado o rock no seu dia comemorativo. A diversidade cultural dessa cidade foi a marca mais forte neste dia de comemoração e não há nada mais rock do que isso. Os caminhos nos levaram para o Pelourinho (local querido ainda pouco cuidado de nossa Salvador) para assistir ao show da banda baiana Vivendo do Ócio na praça Pedro Archanjo.  Depois de experimentar o famoso cravinho (é, eu ainda não havia tomado) e me certificar da minha autêntica naturalidade chegamos no local onde já se fazia ouvir, na praça Tereza Batista, a percussão forte e contagiante da banda afro Os Negões, mostrando que duas linguagens musicais distintas podem conviver respeitosamente no mesmo e...

Série “As 10 Caras do Rock Baiano” com o baterista Thiago Jende (Banda Tentrio e Tronica)

Sem perder o embalo, a série “As 10 Caras do Rock Baiano” traz para abrir a sua segunda fase o baterista Thiago Jende. Nesta sexta entrevista da série, Thiago fala sobre as suas influências e o poder da música nas pessoas e sobre a Tentrio e o seu novo EP, o Fuckadelia. Fala também sobre bootlegs (que são discos não oficiais de bandas muito difundidos na década de 1990) e sobre os planos da Tronica, além de expressar a sua opinião sobre os locais para se fazer rock aqui na cidade. E só lembrando: ajeite-se na sua cadeira, deixe o Facebook um pouco de lado e aproveite esse papo com um dos melhores bateristas da cidade. SRP - Quem lhe conhece de perto sabe que você é um baterista disciplinado e atento ao que acontece no mundo da música, quais as suas principais influências e o que te inspira a tocar bateria? Thiago Jende - Como baterista tenho três pilares que são Ringo Starr, Stewart Copeland e John Bonham. O que me inspira é exatamente a cumplicidade e o estado impar qu...

1ª Temporada da Serie de entrevistas: “AS DEZ CARAS DO ROCK BAIANO!”

O foco principal das matérias é mostrar que existe vida experiente fazendo rock nessa cidade. Mesmo que escondidos ou sem aparecer nos lugares mais badalados da grande mídia eles fazem à festa e deixam sua marca na cena rock desta cidade linda e maltratada cheia de ritmos e rituais. Nas entrevistas você conhecerá cinco grandes figuras que movimentam os quintais autônomos e temporários da nossa BAHIA. FIQUEM LIGADOS E COMPARTILHEM, A SERIE CONTINUA! Clique aqui e veja todas as entrevistas!

“As Dez Caras do Rock Baiano” com Rodrigo Chagas (Sputter ou Bubute)

Chegando ao final da sua primeira fase, a série “As Dez Caras do Rock Baiano” traz em sua quinta entrevista uma das grandes personalidades já presente na cena local há muitos anos: o vocalista da The Honkers, Rodrigo Chagas (Sputter ou Bubute, como preferir). Nessa conversa, que foi uma das mais longas e intrigantes dessa série e realizada na época da volta da banda aos palcos soteropolitanos, Rodrigo falou sobre o que chama a sua atenção no cenário, o cuidado que um artista têm que tomar com a sua própria arte, como a quantidade de informação influencia no jeito raso de ser do novo roqueiro e sobre as intenções para o futuro da The Honkers, além de se mostrar como um autor de livros de auto ajuda em potencial. Você já sabe, se ajeite com firmeza na cadeira e embarque nessa entrevista dessa grande figura do rock da Bahia.  SRP - Como foi ficar um ano longe da The Honkers?  Rodrigo Chagas - Zorra... Normal, hehe. Cansei na sétima música.  SRP – O que achou do reto...

Marcelo Nova lança um novo álbum: 12 Fêmeas

"Não sei fazer música com a alma feminina, não tenho capacidade para isso". Aos 61 anos, Marcelo Nova quer falar sobre o amor e as mulheres. Seu novo disco, "12 Fêmeas", o primeiro de inéditas em oito anos, é tomado por imagens abstratas sobre relacionamentos tortuosos, e canções introspectivas e "heterossexuais", como ele mesmo as definem. Se nas canções permeiam os amores inatingíveis e os sentimentos dúbios, Marcelo Nova, no conforto de sua casa, se mostra feliz, bem humorado e prático: apesar de ter estourado nos anos 80 com a Camisa de Vênus, não tem saco para a nostalgia. Tanto que não resistiu quando, recentemente, um fã entrou em seu camarim e comentou que os sucessos da época tinham sido tocados em versão "diferente". "Eu disse: olha, os anos 80 nada tiveram de excepcional, o que aconteceu é que você envelheceu, provavelmente você não vive de uma maneira tão intensa quanto viveu na época. E você tem saudades. Não são os anos 80...

Fãs discutem a magia de Morrissey e Marr quando ainda nos Smiths

Para seus fãs, eles são "a banda pop mais importante, inteligente e mais dolorosamente perdida dos anos 80." Para seus detratores, eles são apenas uns miseráveis. Pois bem, Trinta anos depois desde o lançamento de “Hand In Glove” (primeiro single  da banda), e o surgimento da grupo, alguns fãs declaram que eles mudaram a vida da década. Afirmou um fã britânico: “Eles criaram um mundo poético definido, influenciados pelo melodrama doméstico e realismo britânico...” Tão importante quanto o estilo lírico de Morrissey ele, definiu sensibilidade no rock dos anos 80. Era o gênio musical de Johnny Marr, que ia muito além de um mero talento criador de riffs de guitarra. Juntos, eles formaram uma parceria musical único que faz deles uma das melhores duplas do pop dos últimos tempos.

Regresso Glorioso NIN esta de volta!

Tem alguma coisa no ar! Poucos dias depois de QOTSA lançar '... Like Clockwork ", outro grande nome do rock americano da uma guinada de volta à vida em uma surpresa para muitos! Depois de um período parado, hoje, Trent Reznor anunciou o retorno do Nine Inch Nails, com anuncio também de novo álbum. Reznor apresentou um novo single e mostrou que apesar de ter participado de novos projetos como o do QOTSA, não anda muito longe de sua praia industrial. Ouça o novo Single:  

Projeto: Radiola Aternativa, dia 08 de Junho, fomentando o rock!

Na ativa desde 2008, o Radiola Alternativa tem uma proposta bem próxima de todos nós, fortalecer a cena rock da cidade que já foi o berço de grandes nomes do cenário nacional, dando espaço para várias bandas de variados gêneros viabilizando uma opção de entretenimento. A perspectiva é que em breve o projeto ocorra em outros bairros da cidade para divulgar ainda mais essa proposta, geralmente as edições vem acontecendo uma vez no mês aos sábados no bairro de São Caetano, o evento vem como uma excelente opção atrativa nos fins de semana ganhando cada vez mais popularidade a cada edição. Este projeto é idealizado por quatro jovens da periferia de São Caetano fãs de rock e cansados da música popular feita na cidade. Depois do grande sucesso das duas primeiras edições da temporada 2013 o Radiola Alternativa prepara mais uma grande edição no próximo dia 8 de junho com as bandas Latryna (Rock de Garagem), The Lex (Indie Rock) e Os Caras da Rádio (Pop Rock) em um novo espaço localizando na R...

Scott Weiland lamenta fim do Stone Temple Pilots e escreve carta para os fãs!

Após ter sido demitido e substituído pelo líder do Linkin Park, Chester Bennington, no Stone Templo Pilots, o ex-vocalista da banda, Scott Weiland, publicou uma carta a seus fãs através do facebook falando sobre o caso. No texto, Scott diz que dói ver a banda como está hoje: “Eles não são os Stone Temple Pilots de verdade”, lamentou. A banda realizou sua primeira apresentação com o novo vocalista no festival KROQ Weenie Roast, que você confere aqui! O texto inteiro de Scott Weiland você lê abaixo:  "Uma carta para os meus fãs, Como todo mundo lá fora, eu li sobre minha banda, Stone Temple Pilots, e seu desempenho recente no fim de semana passado com um novo vocalista. Para dizer a verdade, isso me pegou de surpresa. E doeu. Mas a banda que tocou na semana passada não foi Stone Temple Pilots e foi errado deles se apresentarem como se fossem. Primeiro de tudo eles não têm o direito legal de se chamar STP, porque eu ainda sou um membro da banda. E o mais importante, eles não tê...

O novo disco de Rob Zombie

O novo disco de Rob Zombie, “Venomous Rat Regeneration Vendor”, possui uma capa que tem toques sujos e nojentos (a face de Zombie e desenhos de ratos), mas que também remete aos LPs coloridos da era hippie e psicodélica do final dos anos 1960. Quanto ao som, as únicas referências a essa época, forçando a barra, são o órgão Hammond na ótima faixa “Dead City Radio and the New Gods of Supertown” e a versão para “We’re an American Band”, do Grand Funk. O que se ouve em “Venomous Rat Regeneration Vendor” é o metal industrial da época do White Zombie, com muitos diálogos, narrações e efeitos sonoros incidentais. Zombie canta como um Alice Cooper atualizado, com muita interpretação e energia. O resultado é um ritmo pulsante com muita distorção e que embalará os “pula pulas” nos shows. Bons exemplos são “Teenage Nosferatu Pussy”, “Revelation Revolution”, “Behold, The Pretty Filthy Creatures!” e “Lucifer Rising”, que são os pontos altos do álbum.

Les Royales: Banda de "Rockabilly" baiana trás de volta as raízes do rock

Ainda não consegui pegar um show da banda ao vivo, mas quem foi garante que a diversão é garantida ao som da banda LES ROYALES". Formada 100% de rockabilly, gênero que deu sua fôrma ao rock e o moldou até os dias de hoje, do mais simples ao mais pesado. A banda LES ROYALES trás isso de volta em seu quarteto com músicos mais que conhecidos e que dispensa apresentações. Músicos integrantes como Morotó Slim (Ex-Dead Billies e Retrofoguetes) que coloca suas guitarras marcantes e bem tocadas nas canções.   Sobre a banda: O Les Royales é uma banda de Rockabilly de Salvador-BA, fundada em 2011. Com um trabalho cuidadoso de curadoria e arranjo, a banda apresenta um repertório 1950 que conta com canções de Eddie Cochran, Gene Vincent, Buddy Holly, Elvis Presley, Carl Perkins, Johnny Cash, Billy Riley, Warren Smith e Carl Mann. Como toda exceção à regra, o setlist também conta com músicas dos Stray Cats. Aos desavisados, um detalhe: não esperem a doçura das baladinhas tão comuns aos ano...

A série “As 10 Caras do Rock Baiano” com Cadinho Ricardo Baixista da Cascadura, Rebeca Matta, Retro_Visor e mais!

A série “As 10 Caras do Rock Baiano” retorna com a sua quarta entrevista trazendo um dos músicos mais atuantes da cena local: Cadinho Ricardo. Baixista de técnica, feeling e presença de palco apuradas, Cadinho nos fala sobre a sua trajetória, sobre sua percepção da cena local e como é tocar com artistas, músicos e bandas notáveis. Competência, profissionalismo, disciplina, bom humor, carisma e inteligência formam a marca desse músico que faz toda a diferença no cenário local e não foi diferente nesse bate papo descontraído. Como já é de costume, se ajeite na cadeira e aproveite essa interessante entrevista.   SRP - Quando começou seu gosto pela música? Já havia algum músico na sua família que serviu de referência pra você, ou sua influência veio de fora?  Cadinho - Bem, minha relação com música começa cedo. Rolavam diversos títulos em vinil em casa. Disco music, pop e jovem guarda por minha mãe, sambas e cantores do rádio por meu pai. Absorvia aquilo e outras coisas...