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Mostrando postagens com o rótulo Mais uma Cara do Rock Baiano

Série “Mais uma Cara do Rock Baiano”: Wilson PDM, baterista da Pastel de Miolos.

A nossa série de entrevistas está de volta com uma das pessoas mais atuantes do cenário rocker baiano. Wilson PDM, baterista à frente da Pastel de Miolos e gestor da Brechó Discos há mais de duas décadas, fala aqui sobre o novo disco da banda, sobre a condição dela ser agora um duo, como é empreender na cena, sobre a nova turnê e também a respeito da campanha do Reação! no Catarse ( https://www.catarse.me/pasteldemiolos ). Se ajeite onde estiver e se jogue nessa entrevista! SOTEROROCKPOLITANO - Wilson, gostaria de começar o papo falando sobre o novo disco que a Pastel de Miolos está preparando. Com o formato atual da banda como um duo vocês têm mostrado uma ótima desenvoltura ao vivo, mas como tem sido a experiência de ser uma dupla dentro do estúdio, nesse formato de bateria, baixo e vocal? WILSON PDM - Olá, sobre o disco novo, será nosso 5º disco e um lance interessante: estamos gravando o 1º disco de punk rock brasileiro de uma dupla com formação baixo e bateria. A expe...

Série “Mais uma Cara do Rock Baiano”: Augusto Kuarupp, vocalista da Órbita Móbile.

Mais uma nova entrevista da nossa série, que traz desta vez o frontman da banda de Paulo Afonso, Órbita Móbile. Aqui neste papo, o Augusto Kuarupp mostrou a grande quantidade de influências que o grupo traz consigo e que ajudaram a formar o conceito do seu álbum de estreia, Sonho Robô. A formação do conceito do EP e as plataformas onde ele é divulgado, as suas influências, a cena roqueira da região de origem do conjunto, formatos de música, quadrinhos, filmes, séries, livros e tecnologia foram tratados com profundidade nesta ocasião. É se ajeitar onde está e aproveitar a leitura! SOTEROROCKPOLITANO - Augusto, gostaria de começar a nossa conversa falando um pouco sobre quadrinhos. Mesmo existindo tantas obras interessantes nesse universo e com tantos profissionais de outras áreas utilizando esse meio (o Chuck Palahniuk escreveu a sequência d’O Clube da Luta exclusivamente para HQ e o diretor Christopher Nolan autorizou um spin-off de Interestellar em quadrinhos), as graphic nov...

Série “Mais uma Cara do Rock Baiano”: André Dias, vocalista e guitarrista da ExoEsqueleto.

A nossa série de entrevistas surge mais uma vez trazendo o frontman de uma das bandas mais interessantes do cenário roqueiro baiano. Aqui, o André Dias fala como a ExoEsqueleto se formou, sobre a mistura musical da banda, que transita entre o som regional baiano e o rock, e sobre como ele é recebido por aqui. Além disso, colocou as suas impressões sobre a cena e falou sobre os planos do grupo. Tudo em um papo lúcido e sincero. Então, se ajeite onde estiver e é só nos seguir. SoteroRockPolitano - Vamos começar falando um pouco sobre a formação da ExoEsqueleto. Ela começou com ex integrantes de bandas da primeira década dos anos 2000, como a Sine Qua Non e a Headfones, como ocorreu esse encontro? André Dias - Rapaz, esse encontro ocorreu como a grande maioria dos que ocorrem na cena baiana. A Headfones e a Sine Qua Non perambulavam pelo famigerado Nhô Caldos, inclusive, conheci Renato numa dessas noites insanas de lá. Coincidiu de as duas bandas ensaiarem no mesmo estúdio...

Série “Mais uma Cara do Rock Baiano”: André L. R. Mendes, vocalista e guitarrista da Maria Bacana.

A nossa série de entrevistas retorna finalmente neste ano de 2017, trazendo novamente o cantor e compositor André L. R. Mendes, desta vez como frontman da sua antiga banda, Maria Bacana, para falar sobre o retorno dela às atividades. O trio está completando vinte anos de lançamento do seu disco de estréia e aqui ele falou um pouco sobre o porque dessa volta, como tem sido a experiência do grupo estar junto novamente e sobre a campanha de financiamento coletivo para viabilizar o seu novo cd. Se ajeite e aproveite o papo! SOTEROROCKPOLITANO - Gostaria de começar o nosso papo falando um pouco sobre o passado da banda. Como foi que a primeira demo da Maria Bacana chegou nas mãos do Dado Villa-Lobos e que, consequentemente, levou até a concretização do primeiro disco da MB? Como isso aconteceu? ANDRE L. R. MENDES - Essa demo tinha 3 musicas: Primavera, Caroline e Luvas, as duas primeiras eram versões em português de musicas que tocávamos em inglês na Master Brain e que ga...

Série "Mais uma Cara do Rock Baiano": Eduardo Slayer, vocalista da The Cross.*

O retorno da nossa série de entrevistas traz desta vez Eduardo Slayer, o vocalista da lendária banda de doom metal baiana. Aqui, ele nos falou sobre como foi lançar a sua primeira demo tape e sobre as influências do grupo, o porque de tanto tempo sem lançar material inédito, sobre o novo EP e a cena local e nacional do metal na atualidade, sobre a tão aguardada apresentação no PDR desse ano e os planos da The Cross para o futuro. Aumente o som e mergulhe na conversa. SoteroRockPolitano – Gostaria de começar a entrevista falando um pouco sobre o fato da The Cross ser considerada a primeira banda de doom metal da América Latina. A demo tape The Fall é o registro incontestável deste fato. Como foi lança-lo e divulga-lo no início dos anos 1990 e como foi a sua repercussão na época? Eduardo Slayer – Primeiramente, obrigado por ceder esse espaço para o The Cross. A demo-tape The Fall inicialmente seria um split album com a banda cearense Obskure, porém a gravadora Bazar Mus...

Série "Mais uma Cara do Rock Baiano": Leko Miranda, guitarrista da Game Over Riverside.*

A nossa série de entrevistas retorna novamente com um papo descontraído com o guitarrista da Game Over Riverside, Leko Miranda. Aqui, ele falou sobre o retorno da banda e a sua atual formação, sobre como é ser um grupo que volta a ativa e não faz campanha de financiamento coletivo na internet para bancar a gravação do seu disco, sobre o que cada um andou fazendo neste longo hiato de oito anos, além de contar causos das jornadas musicais noturnas do conjunto. Então, liga um som aí e se divirta com a entrevista. SoteroRockPolitano - Leko, para começar gostaria de saber como foi retornar com a Game Over Riverside depois de oito anos parada. O que levou o conjunto a querer voltar a cena? Leko Miranda - Foi a vontade de querer fazer o som novamente com os amigos de longa data. Bateu saudade em querer tocar com os caras e voltar a fazer parte da cena roqueira daqui que esta efervescente e com muita banda interessante. Na verdade, já nos reunimos desde o inicio de 2014 com ensaios...